segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Raças



Abissínio






Abissínios são gatos de origem etíope, tímidos e discretos, de miado baixo que se assemelha ao som de um sino.
Seu corpo é esguio e musculoso, são ágeis e ativos, com nível alto de energia, e portanto necessitam atividade física. Se confinados, devem ter acesso a brinquedos e distrações, de preferência ter contato com outro(s) gatos(s), com quem costumam interagir muito bem.
A raça apresenta uma marcação de pelagem denominada ticking, que apresenta faixas com tonalidade escura ao longo de cada pêlo, especialmente na ponta. Essa marcação dá um efeito especial em sua bela pelagem.
Não dão trabalho para os donos, sendo que sua pelagem necessita apenas de escovação regular com luva para manter-se viçosa.
São animais muito inteligentes, independentes e que aprendem com grande rapidez. Gostam muito de água e costumam conviver bem com cães e outros gatos. Adaptam-se facilmente às pessoas.




Angorá

O gato angorá é uma raça de gato doméstico. É uma das raças mais antigas e naturais, tendo surgido na região de Ancara, na Turquia.
Estes gatos são conhecidos na Europa desde o início do século XVII. Após o período Vitoriano, quase desapareceram. A raça de hoje trata-se de uma recriação artificial que trouxe grandes melhorias para a pelagem do animal, e também aumentou a variedade de cores. Nas histórias em quadrinhos da Turma da Mônica, Mingau, o gato de estimação da personagem Magali, é um típico da linhagem angorá.
O branco e o laranja com dois tons têm sido tradicionalmente a cor mais representativa dos Angorás turcos. Foi a única cor aceita no início. Porém, atualmente, todas as cores são aceitas com exceção daquelas que demonstram um eventual cruzamento com gatos siameses. 
Tamanho médio, olhos grandes, nariz nem tão grande. Há dois tipos diferentes de pelagem : a curta e a comprida.
O gato angorá é brincalhão, dócil e amistoso. É um gato bastante ativo durante a sua vida. Gostam de escalar para pontos altos a partir de onde observam os seus donos.Ele é muito apegado a o seu dono ,o seu comportamento parece com o de um cão.São animais carinhosos e inteligentes, mas não é fácil conseguir um exemplar, uma vez que suas ninhadas são muito pequenas.











Bengal

O gato-de-bengala, ou Bengal, é uma raça recente de gato doméstico, reminiscente do gato-leopardo asiático (Prionailurus bengalensis). O gato-leopardo não pode ser domesticado e é conhecido pela sua timidez. Note-se que o gato-leopardo tem o mesmo número de cromossomas que um gato doméstico, aspecto essencial para no acasalamento produzir crias férteis. Foram necessários vários cruzamentos e a superação de grandes obstáculos para que a raça fosse reconhecida. 
O gato-de-bengala é uma raça de tamanho médio a grande, com peso entre 5,5 a 9 Kg, pêlo curto e estrutura óssea forte. Tem uma cabeça relativamente grande, com contornos arredondados e ligeiramente mais comprida do que larga. De perfil, a cabeça apresenta uma ligeira curvatura da fonte até à cana do nariz. As maçãs do rosto são elevadas e destacadas e o focinho é largo e cheio.
As orelhas são muito pequenas, com extremidades arredondadas, pontiagudas e dirigidas para a frente. Os olhos são grandes, ovais e ligeiramente oblíquos. A cauda é de comprimento médio, grossa, afilando em direcção à extremidade arredondada. O pelo é curto e fino, com textura espessa e muito suave ao toque.
O primeiro gato de bengala tinha o nome de Kin Kin e nasceu em 1963;
A primeira criadora de Bengalas foi Jean Mill em 1963;
A raça foi reconhecida em 1998 pela Federação Internacional Felina;




Bombaim

A história dessa raça começa quando a americana Nikki Horner decidiu criar um gato que fosse a miniatura de uma pantera negra. Ela levou mais de 30 anos para criar esta nova raça. Seu ideal era um gato parecido com o Burmês, mas negro e com olhos cor de topázio.
Sua primeira tentativa foi acasalar gatos de rua pretos de Louisville, Kentucky com burmeses. Efetivamente deste casamento nasceram alguns gatinhos pretos mas para Nikki eles ainda se pareciam muito com gatos de rua. Depois de mais de uma dúzia de tentativas com este cruzamento Nikki abandonou o programa sem chegar a sua pequena pantera negra. 
Nos anos 60 ela decidiu tentar novamente, mas desta vez usando gatos de pêlo curto americanos pretos. O macho escolhido foi um burmês de nome Caussius Clay. Ele foi acasalado com uma fêmea pêlo curto americano preta e nasceram quatro gatinhos no dia 2 de janeiro de 1966. Nos 5 anos seguintes Nikki continuou a efetuar acasalamentos entre estas duas raças até fixar um tipo.
No dia 14 de junho de 1970 o Bombaim foi registrado no Cat Fanciers Association (CFA). Em 1974 ele já tinha seu clube e em maio em 1976 ele já podia concorrer em classe campeão. Foi uma das primeiras raças reconhecidas pela TICA.
Seu nome foi escolhido para homenagear a Índia, região da pantera negra.
O Bombaim deve ter um pêlo completamente preto e curto, parecendo um veludo, deitado perto do corpo, sem pontos nem as ondas brancas, realçando seus músculos de pantera. Seus olhos devem ser grandes, redondos, expressivos e de cor intensa e luminosa. Sua tonalidade porém pode ir do ouro claro ao cobre.
O gato da raça de Bombay possui tamanho médio (sendo o macho maior que fêmea), de musculatura forte e sem gordura. Pesa mais do que aparenta, mas é ainda assim menos pesado que o burmês americano, o que constitui uma das diferenças existentes entre as duas raças. O Bombaim também tem um peito mais desenvolvido e o corpo e a cauda um pouco mais comprida que o Burmês.
Sua cabeça é redonda, sem a presença de angulações agudas, o focinho é largo e curto com um ligeiro stop. Suas orelhas são de tamanho médio, largas na base, ligeiramente inclinadas para frente e com pontas arredondadas. Os pés são relativamente curtos com as garras pequenas e redondas. Ele se movimenta como os grandes felinos.
O Bombaim guarda muitas características do burmês e por isso as duas raças podem acasalar-se. Assim sendo, é possível encontrar um gatinho burmês em uma ninhada de bombaims (acasalamento de 2 bombaims). Este gatinho é então registrado como burmês. Nascem em media 4 ou 5 gatinhos. Alguns só se tornam perfeitamente negros na idade de 6 meses.
Os gatos da raça de Bombay miam pouco e no geral são extremamente afetuosos, desde que sejam socializados corretamente. Outra das características do comportamento do Bombay é que não são gatos muito ativos, embora sejam muito brincalhões. Vive bem com outros gatos machos ou fêmeas. Gosta muito de ronronar. É um gato que não gosta de ficar só por muito tempo e é um ótimo gato de apartamento.
Para manter a pelagem bonita é necessário apenas penteá-lo vez ou outra para eliminar os pelos mortos. O Bombaim não irá reclamar destes cuidados.
Muito brincalhão, divertido e paciente, não é destruidor nem traiçoeiro. Adapta-se a qualquer clima.
Esses gatos são realmente vorazes e precisam de um cuidado especial com a alimentação para que não engordem muito.
Infelizmente, muitos nascem com uma deformação crânio-facial e é necessário que sejam sacrificados logo após o nascimento para que não sofram no seu pouco tempo de vida, já que esta deformação causa muita dor a eles até que isso os mate.




Chartreux

O gato Chartreux, conhecido pelo seu sorriso enternecedor, é um gato silencioso e discreto, menos falador que a maioria dos felinos, mas muito ronronante, sendo que raras vezes se ouve miar. Aliás, quando o faz e se espera um miar forte, apenas se ouve um som minúsculo e delicado.
Bastante calmo e extremamente tolerante, é muitissímo dedicado e apegado à sua família, demonstrando um enorme carinho e simpatia. É também sociável, simpático e adapta-se rapidamente às mudanças.
É um gato que necessita de muito espaço para se exercitar, pois adora correr pela casa sempre na brincadeira com o seu dono ou com um simples brinquedo. Para ele, um pouco de exercício frenético a um ritmo alucinante, pelo menos uma vez por dia é mais do que suficiente para se sentir o gato mais feliz e alegre do mundo. Adora naturalmente, chamar a atenção e ser acariciado mas não gosta de se sentir preso.
O seu pêlo curto, fofo e lanudo é muito macio. A cor é cinza-azulada e pode variar entre cinzento mais claro ou mais escuro, sendo que deve ser uniforme desde a raiz. O brilho do pêlo é percebido através das pontas prateadas, mas não deve apanhar muito sol, pois pode ficar com reflexos acastanhados, o que não é aconselhável. Com um corpo forte, robusto e porém musculoso, o Chartreux é um gato extraordinário.
A história da raça Chartreux mais parece uma lenda.
Reza a lenda, que os seus antepassados chegaram a França por mar, vindos provavelmente da antiga Síria e Irã e, trazidos pelos cavaleiros que regressavam das Cruzadas.
Diz a história que o Chartreux viveu e recebeu este nome dos monges Carthusian da França e talvez tenha compartilhado com eles o famoso licor de Chartreuse. Porém, uma recente pesquisa indica que por causa da aparência de lã da sua pelagem, ele recebeu o mesmo nome de uma lã espanhola muito conhecida no princípio do século XVIII.
A presença desta raça já era documentada desde o século XVI e era reconhecida pela sua textura e cor do pêlo sem igual. Contudo, o seu percurso até aos dias de hoje não foi fácil, uma vez que esteve quase em extinção, pois durante os séculos XVIII e XIX a sua pelagem e carne foram comercializados, pois o seu manto lanudo e fofo era muito apreciado.
Costumava ser criado por causa de seu incomparável pêlo aveludado, o que o fazia alcançar um preço elevado. No entanto, na década de 1920, a raça diminuiu numericamente, mas felizmente sobreviveu graças aos esforços de duas freiras atraídas pelos gatos cinzas-azulados que vagueavam pelos terrenos do hospital Belle-Ile-sur-Mer.
Cristine e Suzanne iniciaram, então, a reprodução selectiva da raça adoptando um casal de chartreux que vivia na ilha, Marquise e Coquito. Estes gatos formaram o núcleo do seu programa de criação e uma das gatinhas da primeira ninhada, Mignonne de Guerveur foi a primeira gata chartreux a obter o título de Campeã Internacional. Foi considerada "a gata mais estética da exposição do Cat Club de Paris" em 1931 e os seus descendentes foram Campeões ou Campeões Internacionais.
Em 1939 foi reconhecido o primeiro standard da raça de Chartreux e o famoso gato azul de França passou a ser mais conhecido e representado na Europa ocidental.
No decorrer da 2ª Guerra Mundial, alguns criadores tentaram salvar a raça da extinção, acabando por fazer cruzamentos de gatos azuis com ou sem pedigree, e especialmente British Blue e Persas, para refinaram a tradicional raça francesa.
A Fife (Federação Internacional Felina) em 1970, agrupou o Chartreux e o British Blue no mesmo standard, e finalmente depois da contestação de pessoas com paixão pela raça Chartreux, que provaram as diferenças estruturais e morfológicas entre as duas raças.
Jean Simonnet (presidente do Club du Chat des Chartreux), apurou a raça e publicou em 1972 um livro intitulado " Étude sur le chat des Chartreux", sendo que em 1977 o standard do gato Chartreux foi renovado pela Fife.
O Chartreux é um gato dócil, afectuoso, amável, brincalhão, com uma forte personalidade e muito independente. Com o seu olhar doce e pêlo lanudo, cativa qualquer um logo no primeiro instante.
Apresenta algumas qualidades típicas de um cão, seguindo o seu dono para onde quer que ele vá e acompanhando-o nos momentos mais alegres e nos mais tristes, também. Demonstra, assim a sua enorme devoção e carinho, podendo ressentir-se bastante numa ausência prolongada do dono.
É um amigo fiel e um óptimo guardião. Apesar da sua aparência calma é dotado de uma extrema inteligência e não dispensa uma bela caçada.
É muito silencioso e sensível, pois não gosta de demonstrar os seus sentimentos e raras vezes se ouve miar. É o gato menos falador de todas as raças, mas em contrapartida, contempla-nos com os seus eternos e constantes ronrons. É por isso conhecido como o gato ronronante. Demonstra grande afectividade pelo seu dono, manifestando a sua felicidade e alegria.
Mas, cuidado. É um gato que prefere sofrer em silêncio e por isso o seu dono deve estar sempre atento. E, mesmo no veterinário não deixa de ronronar.
Gostam de viver num ambiente calmo, são bastante tolerantes e sociáveis. Mas, não gostam de ruídos estranhos e barulhos altos, por isso, é de evitar discussões junto deste gato, pois pode ficar assustado. Normalmente, nestas situações opta por retirar-se do local, pois prefere fazê-lo a tornar-se agressivo.
Grande e arredondada mas não esférica. Maxilar forte; bochechas cheias, os machos adultos têm bochechas maiores. Testa alta, macia mas não abaulada. Nariz e linha recta com tamanho e largura médios, com um ligeiro stop ao nível dos olhos. Focinho pequeno comparativamente à cabeça, estreito e afilado com ligeiras almofadas. Expressão doce e sorridente. Pescoço curto e grosso.
Médias na altura e na largura; bem implantadas no alto da cabeça com uma postura bastante erecta.
Expressivos, arredondados e abertos. A cor vai do cobre ao ouro, sendo que se dá preferência ao laranja claro, profundo e brilhante.
Robusto, com ombros largos e peito profundo. Estrutura óssea forte; massa muscular sólida e densa. Os machos são grandes e as fêmeas médias. A cauda tem um comprimento moderado e é grossa na base, afilando-se ligeiramente em direcção à ponta oval. Viva e flexível.
Pernas são relativamente curtas com ossatura fina; direitas e fortes. Os pés são arredondados e de tamanho médio.
Pêlo médio-curto, ligeiramente lanudo na textura e com uma cor uniforme desde a raiz. Sub-pêlo curto; o pêlo é maior e protector.
Stop acentuado no nariz, nariz arrebitado ou voltado, focinho largo, defeitos palpáveis na cauda e olhos demasiado próximos que dêem ao gato um olhar de zangado.
Pêlos brancos, nó visível na cauda, olhos verdes e qualquer sinal de fragilidade nas ancas.
Todos os tons de azul são permitidos, desde o azul-acinzentado claro ao azul-acinzentado escuro; pontas ligeiramente pintadas de prata. Ênfase na claridade e na uniformidade da cor. O tom preferido é um azul imaculado com um reflexo geral. A pele do nariz é azul acinzentado escuro; lábios azuis; as almofadinhas dos pés são rosadas.
As listas fantasmas são permitidas nos gatinhos bebés assim como as riscas na cauda dos jovens com menos de dois anos.
O Chartreux é um gato de pêlo curto e grosso, que requer pouca manutenção, mas é necessária alguma atenção para que a sua apresentação seja exemplar, pelo que: deve escovar-se pelo menos uma vez por semana, o que para além retirar os pêlos mortos, contribui ainda para uma uniformização da cor do manto do seu gato e evita a formação de bolas de pêlo no estômago.
As suas orelhas requerem especial atenção, pois têm uma segregação auricular maior do que a maioria dos gatos. É aconselhável que as orelhas sejam limpas uma vez por semana, primeiro com um lenço de papel e depois com um cotonete.
A alimentação varia de acordo com as fases de vida de um gato. Quando este é jovem, necessita de um suplemento proteico encontrado em rações de boa qualidade para gatinhos. O gato Chartreux tem um desenvolvimento diferente dos outros gatos e apenas atinge a maturidade perto dos quatro anos de idade, pelo que este tipo de alimentação deve ser administrada até mais tarde. Se o gato for castrado, tiver pouco actividade ou uma idade já avançada, deve-se dar um alimento menos rico, de forma a não ficar obeso. Têm tendência para gengivites, daí a necessidade de ingerirem alimentos secos.
Em alguns Chartreux os dentes incisivos de leite não caem, pelo que logo que nascem os definitivos é preciso arrancá-los.
Instintivamente procura o tabuleiro para as suas necessidades, preferencialmente, utilize uma areia aglomerante, que facilita a limpeza e torna possível ter uma casa de banho asseada e sempre fresca.
É um gato robusto e saudável mas precisa de ir ao veterinário para fazer os seus check-ups regulares e limpeza (destartarização) periódica dos dentes.


Cornish Rex

Cornish Rex, gato de tamanho pequeno a médio, seu corpo é bem esgalgado lembrado os cães da raça wippet– com o pêlo curto, todas as cores são aceitas. Os seus olhos são médios a grande e ovulados, cabeça oval, orelhas grandes e cauda comprida e fina. O Cornish Rex é muito esperto e amoroso, adora a sua família e é muito ativo (adora brincar).  
Ele é um excelente animal de estimação e ama estar com as pessoas. O seu pêlo quase não cai, é uma animal vivo é extremamente afetuoso e nem um pouco tímido com desconhecidos, é um gato que se adapta muito bem as mudanças de ambiente e do cotidiano, Possui um nível de atividade muito alta.
A popularidade da raça foi atribuída principalmente a sua aparência original, atraindo a atenção imediata. A aparência incomum da raça tem uma grande apelação para aqueles indivíduos com gosto diferenciados. Mas o seu pelo ondulado não é sua única característica original. Seu corpo esgalgado como a de um galgo sugere ao nível de atividade elevado desta raça
É um animal originário da Inglaterra.











Curl Americano

A aparência altamente incomum destes gatos resulta de uma mutação que afetou as orelhas. Vista originalmente em gatos de pêlo longo, a mutação foi agora transferida para os gatos de pêlo curto; ambas as formas são hoje populares.
A raça fez sua primeira aparição em 1981, quando dois filhotes foram adotados por John e Grave Ruga, de Lakewood, Califórnia. Os Rugas notaram que a cartilagem de um dos filhotes, uma fêmea chamada Shulasmith, enrolava-se para trás. Quando ela teve a sua primeira ninhada, a Shulasmith produziu quatro filhotes, dois dos quais tinham orelhas enroladas. Isso confirmou que o traço podia ser transmitido de uma geração para a seguinte, e forneceu o potencial para desenvolver a raça.
Mercedes, um dis filhotes originais com orelhas enroladas (curly-eared), e suas crias foram localizadas na Califórnia por NancyKiester, que obteve dois espécimes, um pêlo longo e um pêlo curto. Ela e os Rugas decidiram então exibir Shulasmith e os dois filhotes em uma exposição em Palm Springs, em outubro de 1983, Os gatos atraíram considerável atenção, e daí resultou que os Rugas e um outro criador decidiram estabelecer um padrão de raça e uma base sólida para o desenvolvimento estes gatos.
Pode levar até seis meses para que o formato adulto das orelhas fique evidente, embora elas possam continuar desdobrando-se ainda por algum tempo depois desse estágio. O Curl Americano é relativamente lento para amadurecer, levando de dois a três anos; é um gato de tamanho médio, com um peso de 2 - 4,5 kg.
O Curl Americano é um gato musculoso de tamanho médio, com uma face suavemente arredondada e nariz retilíneo. A pelagem sedosa de comprimento médio está justaposta ao corpo.
As orelhas enrolam-se até, pelo menos, 90 graus e, usualmente em ângulo ainda maior. Na realidade, o gato faz girar as orelhas de modo que as pontas fiquem voltadas uma para a outra.
Os olhos são muito grandes e inclinados na direção do nariz, contribuindo para a aparência amistosa e esperta desta raça popular.


Devon Rex

Devon rex é uma raça de gatos de pelos curtos e ondulados. 
É considerado um excelente animal de estimação uma vez que convive muito bem com os humanos, mesmo no caso da presença constante de estranhos. 
É um animal de fácil tratamento, uma vez que sua pelagem não exige muitos cuidados


Bobtail Americano
O gato mais parece um cachorro de tão devoto ao dono. De temperamento aventureiro, o Bobtail Americano gosta de espaço para caçar insetos e brincar. É dono de um corpo médio tem cabeça larga e os olhos levemente amendoados. Já o rabo é bem cheio e peludo, da mesma forma que as orelhas, que tem tufos de pelo na base. 
Uma característica bem marcante do animal é a sua cauda menor que o tamanho normal. Isso pode ser devido aos seus ancestrais da raça Manx (gato sem cauda). Em competições, o felino só pode concorrer na categoria sem cauda. O seu pelo também é diferenciado, uma vez que é resistente à água e temperaturas extremas







Exotico




O gato Exótico é muito semelhante com o gato Persa, mas possui a pelagem bem mais curta. Essa espécie foi geneticamente selecionada, o interesse pelo gato Persa era bem grande, porém o trabalho que o seus longos pêlos davam fizeram com que o gato Exótico existisse. Ele foi gerado entre o cruzamento do gato Persa com o gato de Pêlo Curto Americano. 
É um gato de personalidade muito similar ao Persa, alegres, ativos, brincalhões, são bem fiéis ao seu dono e adoram um carinho, mas são animais mais independentes. O macho costuma ser mais doce do que a fêmea.  O gato Exótico consegue ser ainda mais extrovertido do que o gato Persa. Eles lembram um ursinho de pelúcia, e não necessitam de tanta escovação. Podem ser vistos em cores sólidas e bicolores.


Van Turco 







O Van Turco é um gato afetuoso, inteligente extremamente ativo. O grande diferencial deste gato é a sua afinidade com a água. Ele não tem medo de se molhar e adora fazer brincadeiras na água. Além disso, se diverte com tudo: pedaços de papel, chave do carro, etc e também adora buscar e trazer objetos. Estes gatos também são ágeis escaladores e têm uma voz surpreendentemente melodiosa. 
O Van Turco não gosta de ser pego no colo e nem abraçado, por isso não é indicado para crianças. Bastante reservado, ele demonstra seu afeto esfregando a cabeça na perna de seu dono. Se eles se sentirem incomodados vão revidar com unhadas. Estes gatos vivem bem em apartamento.

Sua coloração é branca com manchas. Possui áreas castanho-avermelhadas na cabeça limitadas à região acima dos olhos e não indo além das orelhas. O nariz é branco e a cauda é castanho-avermelhada. Sua pelagem é longa e exige escovação diária.

Apesar de aceitar a presença de outros gatos podem se mostrar agressivos. As fêmeas podem ser agressivas com os machos durante o acasalamento, o que pode algumas vezes dificultá-lo.  
Esta raça é originária dos arredores do Lago Van, no sudeste da Turquia. Sua história moderna começa em 1955, quando dois exemplares foram levados para a Europa por dois fotógrafos que ficaram encantados com sua beleza, que já impressionara diversos artistas desde o século XIX. A cor de sua pelagem é bastante restrita. Os Vans são sempre brancos, com a cauda e o topo da cabeça castanho avermelhados, azuis ou cremes. Mas os Vans descendem de gatos rústicos, e conservam um temperamento independente e cheio de vontade própria. É um gato para ser respeitado e conquistado. Muito senhor de si, o Van tem a fama de ser um gato nadador, pois gosta de dar um mergulho quando o tempo está quente.











Havana Marrom







Também chamado "Gato Marrom da Havana", "Oriental Havana" ou simplesmente "Havana", não é originário da ilha caribenha. Seu nome se deve a sua cor, similar ao tabaco havano.
O gato Marrom da Havana é um gato siamês chocolate em que o fator de diluição da cor que produz marcas do siamês não atua. A raça foi desenvolvida, mediante cruzamento entre Siameses Chocolate, por criadores britânicos que exportaram pela primeira vez gatinhos Havana para os Estados Unidos em 1956. Dois anos mais tarde, o GCCF reconheceu a raça mas refutou o nome de gato de Havana temendo que isso trouxesse confusão no tocante à origem da raça, razão por que esta se tornou conhecida com o nome de Marrom-castanho de Pêlo Curto. Na América ela é conhecida como Marrom-Havana, e em 1970 a associação oficial britânica concordou em devolver-lhe o nome oficial de havana.
A cabeça deve ser longa e bem proporcionada, estreitando-se até formar um focinho seco e muito fino. Crânio alongado, de orelhas enxutas, insertadas altas, com uma base larga, erguidas, separadas e de forma triangular.
Os olhos, situados oblíqüos com relação à cana do nariz, são de formato oval e de cor verde, sendo penalizados os de cor amarela. Deve apreciar-se um moderado stop nasofrontal, o que o distancia do tipo clássico siamês.
Pescoço de bom comprimento, cilíndrico e musculoso. Tronco alongado, enxuto, esbelto e flexível, com extremidades alongadas e poderosas, sendo as posteriores mais longas que as anteriores. A cauda é longa, em forma de chicote e não deve apresentar qualquer peculiaridade
A pelagem é curta e lustrosa e deve ser uniformemente distribuída.
Apresenta exclusivamente uma coloração marrom-escura característica da raça.
Possui um temperamento brincalhão, vivo e independente, mas não dispensa o carinho do seu dono.
De caráter menos variável que o de seus antecessores siameses, costumam apresentar características de "auto-confiança", alegria e independência que, julgadas com critérios humanos, podem considerar-se como extroversão e "descaro". Encarinham-se muito com seus amos, aos que proporcionam longas sessões de jogo e actividade. É sociável, afetuoso e inteligente. As fêmeas são excelentes mães, carinhosas e atentas, em constante diálogo com as crias, no seu tom de voz doce.
Ainda que bastante ativo, o Havana convive bem no interior de apartamentos, mas ficará mais feliz se dispor de espaço para exercitar-se, como um jardim ou um terraço. Por ser propensos a resfriados, deve estar resguardado das intempéries.
É uma raça sadia e resistente que não apresenta as dificuldades digestivas com relação ao leite, tão freqüentes nos siameses. Contudo são um tanto suscetíveis ao frio e à umidade, sendo mais propensos aos resfriados e outras anomalias pulmonares ou respiratórias. Por isso devem estar minimamente protegidos da chuva e do frio intenso. A profilaxia periódica de endoparasitos, deverá ser realizada com medicamentos habituais e em doses aconselhadas pelo médico veterinário.









Balinês

Um Siamês de pêlo longo. É assim que o Balinês é conhecido. De vistosa elegância e corpo esbelto, não é tão brincalhão como os Siameses, porém é afetuoso e menos orgulhos.  
Os olhos amendoados são cor azul-safira; a cauda longa e esguia. A única diferença com relação à pelagem está no comprimento. Ela é mais longa, fina e sedosa, ligeiramente ondulada nas partes onde é mais comprida.
Como companheiro, destaca-se por ser alegre e carinhoso. O que não falta a este gato é energia e vontade de brincar. Pula, escala postes e se diverte com brinquedinhos. Os Balineses são superativos e adoram trazer objetos aos seus donos.
O Balinês tem a voz mais suave e mia menos do que os Siameses. Outro atrativo neste gato é a facilidade em se adaptar num ambiente onde tenha outros animais. 

Há registros de que os primeiros Balineses apareceram na década de 20, nos EUA. Como ambos os pais desses Balineses eram Siameses e tinham, portanto, os pêlos curtos, atribuiu-se o nascimento de filhotes com pêlos mais longos a uma mutação. Tanto que esses gatos eram registrados na ocasião como Siameses de pêlo longo.
Com o tempo, no entanto, passou-se a acreditar que o Balinês herdou essa pelagem mais comprida de um ancestral de pêlos longos. Mesmo porque, na época em que surgiram esses filhotes de pêlos mais longos, havia criadores cruzando Siameses com gatos de pêlo longo, com o objetivo de produzir uma raça peluda, com as mesmas marcações do Siamês, mas com o corpo bem encorpado, o oposto do Balinês.
Isso certamente gerou gatos com aparência de Siameses, inclusive com os pêlos curtos, mas portadores de genes de gatos de pêlos longos. 
Na década de 40, a criadora americana Helen Smith iniciou um trabalho para tentar o reconhecimento do Balinês como raça. Foi Helen quem lhe deu o nome de Balinês, em homenagem aos movimentos graciosos e linhas esbeltas, que a faziam lembrar os dançarinos da ilha de Bali. O reconhecimento oficial veio em 1970 pela CFA, graças também aos esforços da criadora ameri-cana de Siamês, Sylvia Holland, do gatil Holland's Farm.
No final do século passado, os Siameses tinham formas mais arredondadas que o desejado pelo padrão atual. Os americanos iniciaram um processo de refinamento das linhas dos Siameses por volta de 1900, tornando-os bem mais esbeltos.
Com o início da criação dos Balineses, esse trabalho se estendeu à nova raça, o que ocorreu ao redor de 1940, já que a mesma descendia dos Siameses mais arredondados.
No entanto, até hoje existem tanto Siameses quanto Balineses com os dois tipos de estrutura física, mas os que se destacam nas exposições são os mais longilíneos. 
 





Burnês

Este animal de tamanho médio, de olhos grandes e dourados tem pêlo curto de cor azul ou castanho (por exemplo), cabeça redonda, cauda também de tamanho médio, e orelhas largas mas não compridas. Este gato é muito activo e esperto, apesar de às vezes ele tentar coisas impossíveis para ele (como saltar do segundo andar). 

Ele é muito bom para se ter em casa, já que não odeia cães (o que é excelente se já tiver um cão em casa) e até gosta de crianças, mas terão algum trabalho em escová-lo (apesar de ser fácil, vai ser necessário escová-lo várias vezes). Ele adora estar ao pé do dono, e muitas vezes saltará para o vosso colo quando menos esperarem.





Javanês

Este gato cujo pêlo pode ser de variadas cores foi criado no final dos anos setenta. Apesar do seu aspecto, ele é até muito resistente e ágil, e até bastante esperto. O Javanês é muito amoroso e adora o seu dono. Tratar dele e mantê-lo limpo não dá muito trabalho, mas é melhor que não lhe falte nada, senão ele não pára de miar até que ele tenha o que quer. 

Adapta-se a qualquer casa, o que faz dele um belo gato para se ter em família, principalmente quando se tem crianças em casa.





Korat



Em seu país de origem, a Tailândia, o Korat é conhecido por ser um animal que traz sorte. Lá, ele é chamado como si-sawat que significa cinza-esverdeado-claro, algumas das principais características da raça. A cor da sua pelagem chama bastante atenção: azul prateada. Além disso, é bem grossa tornando o bicho bem adaptado a baixas temperaturas. Seus olhos são grandes, redondos e da cor verde. Essas características fazem com que essa raça tenha uma aparência bem exótica.
Ao contrário de muitas outras raças de gatos, essa é muito afetuosa e gosta de fazer companhia para seus donos, sendo especiais para apartamentos. Porém, sua preferência é por ambientes tranqüilos, sem muito barulho e nem bagunça. É um gato muito musculoso, de médio porte, que pesa cerca de 5 Kg. A média da expectativa de vida é de 15 anos, mas é comum observar gatos dessa raça com até 20 anos.
Considerada uma das raças mais antigas de todo o mundo, tem origem na Tailândia. Seu nome foi dado em homenagem à província em que o Korat teve origem. Não se conhece o ano de seu surgimento, mas a raça foi reconhecida apenas na metade do século XX. 
Primeiramente apareceram nos Estados Unidos, em 1959, quando um casal dessa raça foi levado para o local. Em seguida, a raça começou a ser desenvolvida e criada e foi reconhecida oficialmente apenas em 1966. Já na Grã Bretanha chegaram em 1972. É considerada uma das poucas raças que possuem apenas o pelo na cor azul prateada e que além de dócil é bastante inteligente



Himalaio
Em 1950, o Gato Siamês foi cruzado com o Persa para criar uma raça com o corpo do Persa mas com a coloração do Siamês, sendo este nomeado de Himalaio. O Himalaio ficou como raça separada do Persa nos Estados Unidos até 1984, quando a CFA os unificou, mesmo com a objeção de ambos os conselhos das raças. Alguns criadores de Persa ficaram descontentes com a introdução desse híbrido em suas linhas puras de Persa.
Temperamento - são brincalhões e gentis, além de possuírem uma voz agradável. Os Himalaios se adaptam bem à vida em apartamento, mas gostam de espaços abertos para se movimentar. Precisam de brinquedos ou companhia. 
Porte - médio ou grande
Pelagem - longa, farta, exuberante e com marcações colorpoint, ou seja, escura nas extremidades (face, orelhas, cauda e pontas das patas)



Manx

A raça Manx pode ter descendido de gatos que nadaram para a terra firme na ilha de Man, ao largo da Costa Oeste da Inglaterra, quando escaparam dos destroços de galeões espanhóis naufragados em 1588. É mais provável, entretanto, que a raça tenha surgido de gatos nativos da ilha. Embora a ausência absoluta de cauda seja essencial num verdadeiro Manx (o Rumpy), gatos com graus variáveis de cauda (Risers, Stumpies e Longies) são úteis em programas de criação de Manx.
A característica marcante no Manx é a falta de rabo. Ele é inteligente, calmo e carinhoso. Possui um dos menores corpos de todas as raças de gatos domésticos. Por não possuir a cauda, não é considerado um bom escalador. Seu andar é saltitante. 
É conhecido por ser um gato robusto e de corpo compacto e sólido. Sua pelagem densa pode variar de longa a curta. O pêlo curto é um pouco duro, mas de aparência mais lustrosa. O pêlo longo tem uma textura sedosa. É uma raça que normalmente possui qualquer cor.
Ele é ativo, brincalhão, amigo e muito apegado ao dono. De temperamento fácil e tranqüilo, o Manx tem cabeça, bochechas e olhos arredondados. Dá para imaginar sua expressão doce e cativante. O Manx exibe muitas características iguais às dos cachorros, como, por exemplo, enterrar brinquedos.



LaPerm

LaPerm é uma raça de gato classificada nos Estados Unidos em 1982. LaPerms possuem muitas cores e estilos. Geralmente tem uma personalidade bastante afetiva.
O gato LaPerm possui pelagem cacheada, com espirais lembrando um saca-rolhas, é a marca registrada do LaPerm, em sua versão mais comum, a de pêlo longo.
O filhote pode nascer com ou sem pêlos e estes podem vir lisos (encrespam-se com o tempo) ou crespos. Quando nasce careca, começa a ganhar pêlos entre a quinta e a oitava semana de vida. 
Com um comportamento bastante interativo, é um gato para quem gosta de animais participativos dos costumes da casa. Sua personalidade marcante faz com que ele desenvolva uma forte ligação afetiva com os donos e esteja sempre pronto para brincadeiras, até mesmo com estranhos.
Logo que abre os olhos, às vezes até antes, já busca a atenção humana. Conforme cresce, torna-se ativo, desejando sempre estar em contato com o mundo que o cerca. Faz de tudo para ser notado e, se malsucedido, dá meia volta e tenta o divertimento de alguma outra forma, sem rancor algum.







Maine Coon


Maine Coon é a mais antiga raça de gato nativo estadunidense de pelo longo,além de ser a maior de todas as raças de gato. Foi reconhecida como raça oficial  no estado norte-americano do Maine, onde era famoso pela sua capacidade de caçar ratos e de tolerar climas rigorosos. Também é conhecido como "o gigante gentil.


Nos séculos XVII e XVI, gatos domésticos trazidos da Europa confrontaram os invernos severos da Nova Inglaterra onde, por seleção natural, apenas os gatos mais fortes e adaptáveis sobreviveram. Desta forma, o Maine Coon desenvolveu-se num gato grande e rústico, com uma pelagem grossa e resistente a água, bem como uma constituição forte.
A origem da raça e seu nome tem várias, por vezes fantásticas histórias explicativas. Uma delas conta que um gato doméstico solto nas florestas do Maine cruzou-se com um guaxinim resultando em uma ninhada com as características do Maine Coon. Apesar de isto ser biologicamente impossível, esta história, alimentada pela cauda cheia e a coloração similar a do guaxinim pode ter levado a adoção do nome 'Maine Coon'. Outra história é de ter sido o gato ter ganho tal nome em homenagem a um capitão de navio chamado Coon que teria sido o responsável pela chegada do mesmo ao litoral do Maine.
Não obstante tais histórias, a maioria dos criadores hoje em dia acredita que a raça tenha se originado em cruzamentos entre gatos de pelo curto nativos e europeus de pelo longo, provavelmenteAngorás. Eles são gatos muito grandes,mas,muito bonitos também.
O comportamento do Maine Coon é extremamente dócil, meigo, companheiro, dando-se bem com outros gatos e outros animais de estimação, como o cão. É um gato de fácil adaptação, e essencialmente muito amigável. É carente de cuidados e atenção, necessitando sempre companhia. Seu miado é um dos mais curiosos, por ser semelhante a um grilo.
Originalmente um gato de trabalho, o Maine Coon é resistente, rústico, capaz de suportar as intempéries. Seu pelo é macio e seu corpo muito bem proporcionado, de aparência retangular e balanceada, sem partes exageradas em tamanho. É musculoso, de tamanho médio para grande. As fêmeas geralmente são menores que os machos.
Os olhos são grandes e expressivos. As cores dos olhos são verdes ou douradas, além de possuir uma pelagem densa. O padrão mais comum de cores é o marrom (Castanho em Portugal), com marcações do tipo Tabby, mas a raça é reconhecida em todas as cores, com exceção de chocolate, lavanda, pontilhado e o padrão siamês. Com a cabeça grande, mas pequena para o tamanho do corpo, orelhas para cima cheias de pelos, corpo comprido e cauda ereta, também comprida geralmente do tamanho do corpo.
Sua pelagem é sedosa, caindo levemente. É curta nos ombros e mais longa na região do estômago.




Mau Egípcio


O Mau Egípcio é uma raça de gato que descende de animais originários do Antigo Egipto, que eram considerados semi-deuses em virtude da veneração à deusa Bastet. Podem ser vistos em papiros e construções egípcias anteriores a 1000 a.C.
A princesa Troubetzkoï levou exemplares para a Europa e a raça foi desenvolvida nos Estados Unidos a partir desses exemplares europeus.
Essa raça foi relativamente extinta, no entanto, têm sido feitos cruzamentos na Europa para se criarem gatos que apresentem os padrões existentes nessa antiga raça. Esta linhagem baseou-se originalmente em gatos rajados produzidos durante a criação dos Siameses Tabby Point. 
É um gato doméstico de temperamento calmo. Esperto e dedicado, possui laços afectivos extremamente fortes com os seus donos.
O seu aspecto é perfeitamente balanceado entre esbelto e roliço. A sua cabeça triangular é levemente arredondada. O focinho não é pontudo e os seus olhos são oblíquos, de formato oval, geralmente de cor verde.
Existem três cores, tendo exemplares prata, bronze e preto fosco. A cor principal é composta de pêlos listrados com pontas pretas. Pelo menos duas listras devem ser visíveis em cada pêlo. A coloração preta pode modificar para um marron claro se o gato for exposto ao sol forte por muito tempo. Todas as pigmentações possuem a usual padronagem malhada associada aos tabbies. As próprias manchas devem ser claramente definidas. As malhas são redondas e distribuídas de modo uniforme por todo o corpo do gato. Há também os chamados "botões de colete" no peito e barriga. Em filhotes recém-nascidos, as malhas tendem a ser menos definidas. O contraste na coloração destes gatos leva até dois anos para desenvolver-se completamente. A base dos pêlos é esbranquiçada e as pontas pretas, criando um contraste quando o gato se movimenta

Mist Australiano

O Mist Australiano é uma raça de gatos desenvolvida na Austrália. A criação desses animais teve início no ano de 1976 por meio de cruzamentos sucessivos entre gatos abissínios, siameses e diversos gatos de pelo curto. Por tratar-se de uma raça recente, os seus padrões ainda não foram totalmente definidos.




Munchkin 




Munchkin é uma raça de gatos conhecida como "Basset Hound felino", pois suas pernas têm um terço do tamanho de uma perna normal de gato.


É dócil, sociável e amável. É activo como outros gatos, mas não salta tão alto devido à pequena altura das suas pernas. O físico pode ser tanto de pêlo longo quanto curto. O seu pêlo pode ser ainda de várias cores.


É comum vê-lo apoiado sobre as patas de trás como um hamster.




Norueguês da Floresta

Norueguês da Floresta é uma raça de gatos de aspecto selvagem oriunda da Noruega.
A necessidade de se abrigar durante os invernos frios da Escandinávia transformou seu manto num cobertor macio, protegendo-o do vento e da neve. ]Além disso, o manto mantém o calor, secando após cerca de quinze minutos. Para proteger-se do frio este gato também se serve do abundante “colarinho”.
O Norueguês da Floresta requer escovação ocasional, pois, apesar de compridos, os pêlos dificilmente se embaraçam. Como todos os outros gatos, ele passa por uma mudança de pêlos uma vez ao ano.
O norueguês pode ser encontrado em diversas cores
As necessidades de sobrevivência também tornaram o Norueguês da Floresta um gato cauteloso, inteligente e grande caçador.
A personalidade desta raça apresenta traços de afetuosidade e independência.
Esta raça adora grandes espaços. Uma característica curiosa deste felino é descer das árvores em espiral, de cabeça para baixo.
A maior população da raça encontra-se na Suiça.














Pêlo curto americano


O Pêlo Curto Americano é uma verdadeira raça de trabalho. É conhecida pela sua longevidade, saúde, docilidade com crianças e cães, além da sua beleza e temperamento quieto.
Resistente, tem seu corpo muito bem proporcionado, forte, ágil, balanceado e simétrico. Seu corpo é mais comprido do que alto, de tamanho médio para grande. As fêmeas devem ser menos robustas em todos os aspectos, e devem ser premiadas igualmente, se as proporções gerais estiverem de acordo.
Os olhos são grandes e amendoados, brilhantes e alerta. A distância entre os olhos deve ser de, pelo menos, o equivalente a um olho. Os cantos externos dos olhos são levemente mais altos que os cantos internos.

Sua pelagem é curta, e de textura dura. Variações na grossura dos pelos são permitidas de acordo com a região e estação do ano. A pelagem é densa o suficiente para proteção do tempo, frio e cortes superficiais na pele.





Pixie-Bob



Pixie-bob é uma raça de gato, criada por Carol Ann Brewers. Brewers diz que esta raça é um híbrido entre gatos domésticos e lince-pardos (bobcatsem inglês, visto o "bob" no seu nome). Teste de DNA não encontrou genes marcadores de lince-pardos e estes gatos são considerados totalmente domésticos.
Pixie-bobs são gatos relativamente grandes, com machos pesando até 8 kg, e fêmeas, 6 kg, cerca de 50% mais do que a média. Uma característica comum destes gatos é a cauda, que comumente é de tamanho reduzido (como no caso do lince-pardo), ou ausente. Sua pelagem é cinza-escuro, com pêlos geralmente curtos. São bastante sociáveis, especialmente aos seus donos bem como para outras pessoas e animais.



Pelo curto brasileiro

O Gato Pêlo Curto Brasileiro é o primeiro gato brasileiro reconhecido internacionalmente como raça pelo World Cat Federation em 1998. Descende da subespécie Felis silvestris iberica, trazida ao país pelos europeus desde o início da colonização.
No Brasil, desenvolveu seu próprio padrão, pelo qual não é mais enquadrado na categoria Keltic Shorthair. O pêlo é bem deitado junto ao corpo, cabeça e orelhas de tamanho médio, proporcionais a largura da base, bem colocadas. Os olhos ligeiramente oblíquos e o nariz da mesma largura da base até à ponta. Peito largo, pernas de tamanho médio e patas arredondadas, também de tamanho médio. O corpo é forte, musculoso, mas o aspecto geral é de um gato muito ágil e elegante. Não tão esguio como o siamês e o oriental, nem tão corpulento como o gato persa e os gatos europeus. O rabo, de comprimento médio, é grosso na base e afina até a ponta.De vira-lata a primeiro gato de raça brasileiro reconhecido em 1998 pela World Cat Federation.
Assim como ingleses e americanos transformaram gatos de rua em gatos de raça, surgindo, assim, o British Shorthair (Britânico de Pêlo Curto) e o American Shorthair (Americano de Pêlo Curto); por ter uma tipologia padrão, nosso gato de rua também mereceu reconhecimento como raça.
Meus Pelos Curtos Lindos :D
O Pêlo Curto Brasileiro é originário dos gatos aqui introduzidos pelos europeus por ocasião da colonização do país. Bastante conhecido em todo o Brasil, estes animais têm suas origens entre os gatos europeus introduzidos no país na época da colonização. Reconhecido como raça no Brasil, e já conquistando renome internacional, a história do Pelo Curto Brasileiro teve início em 1985, por iniciativa da Federação Brasileira do Gato. Provavelmente, o principal motivo do sucesso desta raça é o excelente temperamento. Sempre ativo e ágil, brincalhão e apegado ao dono, apesar da independência natural, é além de tudo um gato extremamente inteligente. A mistura de raças e a necessidade de sobreviver nas ruas conferiu a estes gatos uma saúde excelente. O Pêlo Curto Brasileiro é um gato forte, a pelagem é curta e os olhos de cor preferencialmente combinando com a da pelagem. O temperamento é brincalhão, alegre, ativo e muito apegado ao dono, inteligente e aprende as coisas com facilidade, excelente caçador, resistente a doenças, amistoso e apegado ao dono, mas se não encontrar carinho e afeto onde vive, pode procurar outro lugar para viver.
A Federação Brasileira do Gato está dando registro inicial (RI) para os exemplares que se aproximam do padrão da raça e também registro definitivo (LO) para os que conseguirem determinado número de títulos em exposições ou forem provenientes de gerações cruzadas segundo determinadas regras. Para obter o registro, é só apresentá-los para exame na FBG.O Pêlo Curto Brasileiro é um gato forte, a pelagem é curta e os olhos de cor preferencialmente combinando com a da pelagem. O temperamento é brincalhão, alegre, ativo e muito apegado ao dono. Inteligente, aprende as coisas com facilidade, excelente caçador, resistente a doenças, amistoso e apegado ao dono, mas se não encontrar carinho e afeto onde vive, pode procurar outro lugar para viver.História
Pêlo Curto Brasileiro é a primeira raça brasileira de gatos a obter reconhecimento internacional, apesar de ainda não ser reconhecido pela FIFé, organização pela qual Portugal se rege.
Descendente dos gatos introduzidos no Brasil pelos colonos, o Pêlo Curto Brasileiro passou por uma variedade de transformações até chegar à conformação actual. Existem ainda poucos criadores dedicados ao Pêlo Curto Brasileiro. Isto deve-se não só ao facto de a raça ainda não ser reconhecida por todas as grandes associações internacionais de felinos, mas também porque a linhagem destes gatos desenvolve-se ainda naturalmente, nas ruas, no seu país do origem, o que torna difícil que uma criação selectiva possa encontrar compradores e vingar. Temperamento
O gato desta raça é afectuoso ao ponto de se “colar” ao dono e seguí-lo para todo o lado. Contudo não é um gato de um só dono. Gosta de companhia e por isso gosta de todos com quem partilha a casa. As suas necessidades de atenção são elevadas e, caso não sejam satisfeitas, pode-se tornar num gato irritável ou arisco.
O Pêlo Curto Brasileiro é um gato inteligente e brincalhão. 
O Pêlo Curto Brasileiro é um gato ágil e elegante. É um gato menos robustos do que as raças que também provieram das ruas europeias (Europeu) ou norte-americanas (American Shorthair). Contudo não tem um pêlo tão refinado como o Siamês. 
O Pêlo Curto Brasileiro pode ser encontrado numa vasta gama de cores e padrões. A cor dos olhos varia conforme a cor da pelagem. Um das particularidades deste gato é o facto de ter o espaçamento entre os olhos do tamanho da largura de um olhos. TIPO : Aparência geral de um gato saudável, levemente esbelto, rápido e elegante. CORPO : Firme, tamanho médio, não compacto, e ligeiramente esbelto. PERNAS : Pernas firmes, não demasiadamente musculosas, comprimento médio, pés de tamanho médio e arredondados. RABO : Comprimento médio a longo, não grosso na base, afinando para o final. CABEÇA : Tamanho pequeno a médio, sendo mais comprida do que larga, levemente em forma de cunha. ORELHAS : Orelhas grandes, com tufos de pêlos dentro delas, colocadas quase retas para cima. Sua altura é maior do que o comprimento da base. OLHOS : Forma arredondada. Todas as cores são aceitas. A distância entre os dois olhos é de um ôlho e meio um do outro. NARIZ : Tamanho médio a grande com uma leve curvatura na base. PESCOÇO : Comprimento médio a grande, não musculoso. Apenas firme. QUEIXO : Forte queixo. BOCHECHAS : Levemente desenvolvidas. PELAGEM : Curta, sedosa, bem fechada, deitada junto ao corpo. Sem subpêlo . FALTAS : Rabo anormal ou com nó, acentuado stop (quebra/depressão) na base do nariz, sub-pêlo, corpo compacto. CORES : Todas as cores são aceitas. Preferência será dada às já conhecidas. TEMPERAMENTO : Ativo, dócil e amigo.



Persa

A história desta raça tem início no século XVII, quando um viajante italiano chamado Pietro Della Valle passou pela Pérsia (atual Irão) e trouxe consigo alguns dos belos gatos que andavam pelas ruas locais. Ao chegar a Itália, imediatamente esses gatos ganharam a simpatia das pessoas devido a sua pelagem macia e brilhante.
Porém, a moderna raça persa surgiu somente no século XIX, quando esses gatos criados na Itália foram levados a Inglaterra, onde sofreram cruzamentos com gatos da raça angorá. Logo em seguida foi feito um trabalho de melhoramento genético visando se obter maior variedade de cores e padrões de pelagem. Há hoje mais de 100 diferentes combinações de cores para gatos dessa raça, variando desde o branco neve até o malhado (casco de tartaruga).
Os persas são gatos muito procurados por pessoas que vivem em espaços pequenos, como apartamentos, pois seus miados são baixos e pouco comuns, além do fato desses animais apresentarem um forte apego ao seu dono.Os gatos persas são meigos e carinhosos.
Esse animal se caracteriza pela pelagem comprida e sedosa, com uma cabeça grande e redonda, orelhas pequenas e arredondadas com tufos de pelo no interior, olhos grandes e redondos de coloração vívida e patas curtas, porém musculosas. O padrão comum da raça apresenta focinhos achatados (flat face), porém alguns animais possuem focinhos um pouco mais alongados (doll face).
Persa branco.
A manutenção de sua pelagem é um pouco trabalhosa, sobretudo devido a formação de nós ocorridos devido ao comprimento dos pelos.
O padrão de uma raça é determinado pelas associações que a representam. Assim sendo, existem pequenas variações de associação para associação. Abaixo podemos ver o padrão da FIFe (Federação Felina Internacional).
Tamanho: Médio a Grande - Os machos são maiores que as fêmeas, pesando de 4 a 5 kg, e as fêmeas de 3 a 4 kg.
Orelhas: Pequenas, arredondadas nas pontas e bem separadas.
Nariz: Achatado, Curto, Largo, com stop bem definido, situado entre os olhos e entre as pálpebras superiores e inferiores, nariz não arrebitado. As narinas devem ser bem abertas.
Corpo: De estrutura compacta, patas curtas, peito largo, ombros e dorso maciços, bem musculosos, de comprimento curto e formato quadrado.
Rabo: De comprimento curto, dobrado sobre o dorso fica entre a nuca (muito longo) e o meio das costas (ideal).
Pescoço: Curto e forte.
Cabeça: De formato redondo, maciça, bem equilibrada, crânio largo. Testa arredondada, bochechas cheias.
Pelagem: Comprida, densa , de textura fina e sedosa (sem ser lanosa).
Olhos: Grandes, redondos e simétricos, bem separados, dando a face uma expressão mais aberta. De cor sólida, brilhante.
Patas: Grandes, redondas, sendo desejável tufos de pelos entre os dedos.
Normalmente, nessa raça a cor branca associada a presença de olhos azuis está geneticamente relacionada a problemas de audição no animal. Os gatos brancos com apenas um dos olhos azuis pode ser surdo de apenas um ouvido, enquanto que os espécimes com ambos os olhos azuis acabam não possuindo nenhuma audição.


Russo Azul

O gato Azul Russo possui a pelagem semelhante a um casaco de veludo azul e essa é uma das características que fazem a raça ser tão apreciada. Possuem um pêlo grosso e é necessária a escovação pelo menos duas vezes na semana. São animais fáceis de criar e ótimos companheiros, mas às vezes podem se mostrar um pouco territorialistas.
São gatos que têm um temperamento calmo e dócil. São também animais ativos e brincalhões, mas não gostam de sons altos e barulhos abruptos. Tendem a seguir seu dono por onde esse for, costumam escolher um líder.  Animais silenciosos e discretos que se adaptam bem a companhia de outros animais. Precisam de atenção e sofrem se não a obtém, podem se mostrar nervosos a presença de estranhos. Não são animais tão destrutivos.










Ragdoll

Ragdoll é um gato desenvolvido nos Estados Unidos durante a década de 1950. Com seu porte gigante, temperamento dependente e dócil e uma pelagem longa e cheia, é um animal de características marcantes.
Seu nome, que significa boneca de trapos, indica uma característica desse belo animal que é relaxar completamente quando o pegamos no colo. É tão dócil que permite ser jogado de um lado para o outro, algo com que nem todos os gatos concordam. 
É um gato muito quieto e gentil, e uma vez que escolha um dono, o acompanhará permanentemente. São gatos caseiros, por sua docilidade, são totalmente indefesos quando livres, portanto são gatos para viver em ambiente interno. Mas, se possível, vivem bem ao ar livre desde que seja um ambiente isolado, como um jardim fechado. Seu temperamento é tranqüilo e são muito fiéis aos donos. Possuem moderada necessidade de atividades físicas, sendo mais sedentários que raças menores.
São gatos de porte grande, com boa estrutura corporal.
Pelagem macia, com textura suave, sedosa. Olhos sempre azuis e pelagem do tipo colorpoint, ou seja, manto mais escuro que as cores das pontas (patas, cauda, focinho e orelhas) sendo que o contraste deve ser bem definido. Gatos mais velhos tendem a ser mais escuros que os mais jovens pois sua cor vai escurecendo de acordo com a idade. Seu amadurecimento é tardio, chegam a completar seu crescimento com quatro anos.
São aceitos nas associações da gatofilia para registro somente gatos de coloração ponteada (pointed) e mink (esta última somente para registro e não para campeonato). As divisões aceitas são Solida, Tabby, Tortie e Particolor nos tipos mitted e bicolor. Seus olhos são sempre azuis nos pointeds e aqua nos minks.
São conhecidas as marcações:
Colorpoint
Neste caso as patas, cauda, focinho e orelhas tem a pelagem mais escura que no restante do corpo
Mitted
Seguindo a marcação colorpoint o Mitted acrescenta luvas brancas que devem cobrir os 4 dedos das patas dianteiras simetricamente e nas patas traseiras são como botas brancas. O queixo deve ser branco.
Bicolor
São como os colorpoints mas com um "V" invertido no rosto branco, o mais simétrico possível. Este "V" não pode se estender da parte exterior dos olhos e nem menos que a parte interior. As quatro patas devem ser brancas, assim como o peitoral e o queixo.
Cabeça
Queixo forte, focinho arredondado e de comprimento médio, perfil com uma curva suave, testa plana, orelhas médias e amplas na base, com as pontas arredondadas. Olhos ovais.
Corpo
Peito amplo, ossatura e musculatura forte, cauda com mesmo tamanho que o corpo. As fêmeas tendem a ser menores do que os machos.
Geral
Não é permitido cruza com gatos de outras raças.
Padrão oficial da raça da TICA serve como base para a maioria das outras associações por ser uma das maiores nesta raça.







Ocicat

O Ocicat surgiu nos Estados Unidos em 1964. Tudo começou mais ou menos por acaso quando a senhora Virginia Daly estava realizando cruzamentos entre Abissínios e Siameses. Para a sua surpresa, quando ela cruzou um abissínio-siamês com um com um Siamês Chocolate Point, obteve um gato com a pelagem semelhante a de um jaguar. Chamou a nova raça de "Ocicat" (pois é parecido com o Ocelote). O Ocicat é reconhecido por muitas associações norte-americanas e européias, entre as quais a CFA, o GCCF e a Fife.
São gatos grandes, vigorosos e robustos. Possuem patas ovais e fortes, pernas robustas e musculosas e rabo alongado. Seu pelo é do padrão tabby mosqueado e são reconhecidas as variedades silver, castanho, azul, chocolate, lilás, canela e bege. Váris cores de olhos são aceitas, exceto os azuis.
São gatos sociáveis, brincalhões, curiosos e espertos. Não suportam a solidão e adoram companhia e carícias.





Savannah 

É um híbrido entre o gato doméstico (felis sylvestris catus)e o serval africano (Leptailurus Serval). Possui esse nome pelo fato do serval ser um animal típico das savanas e também porque é o nome do gatil que criou a raça. Pelo fato da raça ser resultante do cruzamento de espécies diferentes, a maior parte dos animais é estéril, o que a torna uma raça muito rara.
Os gatos dessa raça possuem um porte intermediário ao do gato doméstico e ao do serval, sua cabeça possui formato triangular, orelhas esguias e de tamanho grande, e a pelagem formada por manchas iguais a do serval, porém, a cor do pelo pode variar entre prateado, dourado ou marrom.





Scottish Fold

É um gato robusto, de porte médio, pelo curto ou comprido. Possui orelhas pequenas e dobradas para frente. É a única raça de gatos domésticos com a característica da orelha dobrada para frente, que surgiu de uma mutação genética espontânea. Um cuidado que se deve ter é nunca cruzar um Scottish Fold com outro Scottish Fold, pois em duplicidade, o gene que causa a dobra da orelha para frente pode ser gravíssimo e até mesmo letal para o animal. Por esse motivo usa-se cruzar gatos da raça Scottish Fold com gatos da raça British Shorthair ou American Shorthair. Animais provenientes de tais cruzamentos são puros e têm direito ao certificado de pedigree
O Scottish Fold é meigo e brincalhão. São ótimos companheiros, toleram outros animais e também são agradáveis ao extremo. Não são muito pacatos, mas também não são muito agitados, por isso possuem uma agenda em média. O Scottish Fold praticamente não mia, somente quando está no cio



Siamês


Acredita-se que a origem exata da raça seja o Sudoeste Asiático, mais especificamente o Sião (atual Tailândia), onde eram tidos como o gato da realeza e mantidos em templos sagrados. São conhecidos naquele país, onde são uma de várias raças nativas, como Wichien-Maat ou Maas ( "Diamante-Lua"). De lá foram levados para a Inglaterra, em 1884, de onde se espalharam para outras partes do mundo.
Curta e aderente ao corpo, textura fina, mas densa e brilhante.
As cores podem variar da seguinte forma:
Corpo: branco (enquanto crias), branco sujo ou mesmo creme.
Extremidades: castanho muito escuro (quase preto), cor de chocolate, e raramente azul (acinzentado) ou lilás (acinzentado).
As características mais marcantes são as zonas de coloração mais escura, que cobrem a máscara, orelhas, pernas, patas, cauda e no saco escrotal (no caso de ser um macho). Essas zonas, também chamadas de "pontas", "marcações", "marcas" ou "sinais" e são identificadas com o termo inglês adotado universalmente: points ou colourpoints. A cor do point contrasta com a do resto do corpo que é branco ou sombreado.
As cores mais escuras resultam de uma mutação numa enzima, a tirosinase, envolvida na produção de melanina. Esta enzima mutada é sensível à temperatura, o que quer dizer que só é activa nas zonas mais frias (por norma as extremidades) ficando essas áreas escuras porque só é produzida a melanina nessas regiões. Mais recentemente têm sido apresentadas outras variações.
O siamês tem um corpo longilíneo, de porte médio, com membros posteriores longos e finos, levemente mais altos do que os anteriores; pés pequenos e ovais; musculatura forte.
O siamês moderno deve ter a cabeça em forma de triângulo perfeito - larga na altura dos olhos e menor na ponta, na direção do queixo, com contornos delicados; pescoço alongado; orelhas de base larga terminadas em ponta; nariz longo e recto como uma continuação da fronte. Os olhos são oblíquos em forma de amêndoa, inclinados na direção do nariz, e são de cor azul.
A cauda é longa, fina, em forma de fuso, pontiaguda na extremidade, mas há casos que a cauda é peluda seguindo as características de seu corpo
Principalmente, no período dos cios, emite miados e uivos pouco graciosos, semelhantes aos de uma criança recém-nascida. A elegância do corpo e a graça dos movimentos conquistaram para o siamês o título de "príncipe dos gatos" (por Fernand Méry), mas é o miado forte e a personalidade incomum que realmente o distinguem. Em relação ao dono, ele se comporta mais como um cão do que como um gato - pode passear atado numa coleira e chega a exibir o comportamento típico de "ir buscar". É fiel, ciumento e gosta muito de ser acariciado, especialmente na zona do pescoço. Como todo gato, ele, às vezes, age de modo estranho, num instante é capaz de passar da maior frieza às mais vibrantes expressões de afecto.
A fêmea requer cuidados especiais. No cio, ela fica quase histérica. Pode rolar pelo chão, gemendo, ou correr pela casa, rasgando e arranhando tudo o que encontrar pela frente. Ela deve acasalar mais cedo possível. Um mês depois do acasalamento, as suas tetas começam a inchar e os filhotes podem ser sentidos no seu ventre. Eles nascem brancos e vão mudando de cor à medida que crescem, são muito brincalhões, preguiçosos e carinhosos eles começam com a cor de pelo meio dourado que com o tempo vai escurecendo
Escovação cotidiana da pelagem. É necessária uma escova de dureza média, que possa tirar os resíduos e a poeira, mas sobretudo os chamados "pelos mortos", bastante numerosos no período da muda. Posteriormente uma escova mais macia para alisar a pelagem e mantê-la espetacular.
A fêmea atinge a puberdade antes das outras raças. Com cinco meses tem o primeiro cio e corre o risco de ficar prenhe. As ninhadas, quase sempre numerosas, apresentam filhotes quase brancos, sendo que a cor se desenvolverá, escurecendo, gradualmente, durante a infância. Apesar de adoecer mais facilmente do que as outras raças, o siamês, normalmente, tem vida longa, podendo chegar aos quinze anos e, às vezes, até aos vinte anos.




Sphynx

O Sphynx, não e fruto de manipulações genéticas. O gene responsável pela sua nudez é a « alopécia hereditaria » e é recessivo.
No ano de 1966 em Ontário no Canada, uma gata numa quinta, deu a luz em uma ninhada um gato totalmente nu. Na ninhada seguinte voltou a acontecer o mesmo, então estes gatos deram origem a uma nova raça que começaram a ser chamados "Moon's Cats" (Gatos da Lua), em seguida de "Canadian naked" ou Canadense Nu e finalmente como nome que tem actualmente SPHYNX:
Muitas criações por todo o mundo começam a trabalhar na nova raça para tentar fixar os caracteres e fazem cruzamentos sucessivos com outras raças (Devon-Rex, Cornish-Rex e Americano de pelo curto).
Os cruzamentos com Devon-Rex foram entretanto abandonados devido a uma doença genética mortal chamada «Spaticity».
Em 1970, a Cat Fanciers' Association (CFA) concedeu um estatuto provisório de raça ao Canadense nu mas, no ano seguinte esse reconhecimento foi retirado devido a problemas de saúde e dificuldades na criação. Nessa altura acreditava-se que o gene associado à falta de pêlo era letal, no entanto essa linha de sphynx acabou por desaparecer.
O Sphynx como o conhecemos hoje em dia nasceu em 1975, quando os agricultores Milt e Ethelyn Pearson descobriram um gatinho sem pêlo numa ninhada de Jezabelle, a sua gata, que tinha um "casaco" absolutamente normal. Este gatinho, curiosamente chamado Epidermis (epiderme) juntou-se a outro gatinho sem pêlo chamado Dermis (derme). Os dois foram vendidos a uma criadora do Oregon, Kim Mueske, que os usou para fazer nascer a nova raça. No Minnesota, Georgina Gattenby também trabalhou a linha dos Pearson, usando gatos vermelhos para fortalecer a mistura de genes. Esta linha mostrou-se ser muito saudável. O nome sphynx (esfinge) foi escolhido pela semelhança com a grande esfinge de Gizé, Egito.
Em 1978, a criadora canadiana Shirley Smith ficou com um gatinho sem pêlo chamado Bambi, que neutralizou e manteve como animal de companhia. A mãe de Bambi deu à luz mais dois gatinhos sem pêlo que foram enviados, em 1983, a um holandês. O doutor Hernandez criou os dois gatinhos, Punkie e Paloma, e juntou-os a um Devon Rex. A sua descendência, em conjunto com os descendentes dos gatos dos Pearson, foram a fundação da raça sphynx. Os criadores entretanto descobriram que, embora o gene «sem pêlo» fosse recessivo para com o gene do pêlo curto, mostrava-se dominante perante o gene do pêlo dos Devon Rex, o que fez aumentar o número de membros da nova raça.
Em Fevereiro de 1998, o registo do sphynx foi aceite pela CFA. o que potenciou o desenvolvimento da raça. Em 2000, 120 sphynx estavam inscritos na associação, o que lhe garantia o 33º lugar em 40 raças reconhecidas.
Quem os vê pela primeira vez chega a assustar, pois o padrão de felinos (gatinhos) que as pessoas tem não condiz com o visual que os Sphynx apresentam, o Spynx é um gato de corpo musculado de aparência fina mas de ossatura forte.
Cabeça – Angulosa de forma triangular com a fronte plana e com rugas, maçãs do rosto bem salientes.
Nariz – Largo, curto e com stop bem definido ( o nariz direito é penalizado nesta raça ).
Olhos – Grandes em forma de limão, um pouco oblíquos, bem espaçados, e com um olhar muito expressivo.
Todas as cores são admitidas.
Orelhas – Grandes, quanto maiores melhor, bem afastadas e largas na base, com os bordos arredondados.
Patas - Devem ser longas, finas e musculosas, com os pés ovais de dedos longos, com almofadas bem espessas.
Pele – O mais nua possível, com uma textura que lembra a camurça ou a pele do pêssego, quente ao toque e muito agradável de acariciar, deve conservar rugas no pescoço, peito e patas.
Só são admitidos pelos na base das orelhas, nariz, ponta da cauda e testículos. (A falta de rugas também é penalizada em exposições.) Todas as cores e padrões são admitidos.
Ventre – Cheio e redondo, como depois de uma refeição farta.
Cauda – Longa e afilada.
Temperatura do corpo é em torno de 39ºC (Ser Humano é de 36ºC), dando a impressão de que estão com febre.
Por não possuir pelos, essa raça é muito procurada por pessoas desinformadas que acham que pelos provocam alergia, quando na realidade o fator causador encontra-se nas descamações da pele dos animais. Portanto, deve-se deixar claro que esta raça não é hipoalérgenica.